Mostrar mensagens com a etiqueta História. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta História. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Festas de São João Baptista...

Ainda falam maravilhas do São João do Porto (ah e tal é giro... eu sei, porque já lá estive e por isso estou suficientemente elucidada para poder falar), mas quem me tira as festas aqui na santa terrinha tira-me tudo!
Não há nada melhor que andar pelas ruas estreitas e pelas pracetas e ver as várias fogueiras espalhadas pelos bairros típicos, numa espécie de picardia para ver quem tem a fogueira mais pomposa, ver os miúdos a saltar à fogueira, o intercâmbio jovem/velho nos bailaricos, os comes e bebes espalhados em cada esquina, o cheirinho a manjerico que anda no ar e os sorrisos de felicidade estampados em cada cara familiar que passa!
É giro constatar que os miúdos, entre os 12 e os 18 anos, continuaram o legado dos pais e dos avós na organização em cada bairro (ainda continuam a "pedir emprestado" às obras, as paletes de madeira para as fogueiras, a trazerem o fogareiro para a rua para assar bifanas/entremeadas/sardinhas e a queimarem as canas na fogueira)
Depois da frequência de genética estava mesmo a precisar de uma noite assim, descontraída, uma noite em que somos todos iguais, velhos/novos, ricos/pobres, altos/baixos, gordos/magros, feios/bonitos... uma noite onde todos são "primos"!!!
Ontem fartei-me de dançar, beber, cantar, até à fogueira saltei um bom par de vezes!
Cheguei a casa a cheirar a fumo, mas acham que me ralei?! Of course not!!!
Há algo de simples, porém fascinante nestas festas de São João em Alcochete, que sempre acompanhei, uns anos mais do que outros mas que sempre me encantaram desde pequenina.
PS: Venha daí o São Pedro!!!

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Aposto que não sabiam!

Verdadeiramente incrível!



Para mais informações aconselho este site: http://www.albatroz-eng.com/demo/galerias_romanas07_po.html

Galerias Romanas da Rua da PrataRua da Conceição (junto ao n.º 77)Visitas:Não se efectuam marcações – Devido à grande adesão do público a fila é encerrada atempadamenteEste monumento é visitável apenas uma vez por ano. As visitas são feitas em grupo e orientadas por técnicos do Museu da CidadePara mais informações:Divisão de Museus e Palácios da CMLCp. Grande 245 – 1700-091 Lisboa - Tel. 21 751 32 00 Fax – 21 757 18 58E-mail: museudacidade@cm-lisboa.pt

sábado, 24 de janeiro de 2009

N'est pas vrai?

Na Escócia, havia um pobre agricultor cujo apelido era Fleming. Certo dia, enquanto trabalhava para conseguir sustentar a família, ouviu um grito vindo de um pântano ali perto. O agricultor largou as suas ferramentas e correu até lá. Submerso até aos ombros estava um rapaz assustado, a tentar sair daquele lodo escuro e pegajoso. O agricultor salvou o rapaz daquilo que poderia ter sido uma lenta e terrível morte.

Passado um dia, uma fina carruagem estacionou nas imediações da quinta do pobre escocês. Um nobre elegantemente vestido desceu e apresentou-se como sendo o pai do menino salvo da morte pelo agricultor Fleming.

– Quero recompensá-lo – disse o nobre. – salvou a vida do meu filho!

– Não posso aceitar nenhuma recompensa pelo que fiz – respondeu o agricultor escocês, abanando as mãos em protesto...

Nesse preciso momento, apareceu o filho do próprio agricultor.

– Este é o seu filho? – perguntou o nobre.

– Sim! – respondeu o agricultor orgulhosamente.

– Gostaria de lhe fazer uma proposta. Deixe-me levá-lo de maneira a que receba uma boa educação. Se o filho for parecido com o pai, certamente tornar-se-à um homem do qual se poderá orgulhar.

O agricultor consentiu...

Passados alguns anos, o rapaz formou-se na escola de medicina do Hospital Saint Mary, em Londres. Ficou conhecido em todo o Mundo como o famoso Dr. Alexander Fleming, quem descobriu a penicilina.

Algum tempo mais tarde, o filho daquele nobre, o mesmo que fora salvo pelo pai de Alexander, sofre de pneumonia. O que salvou a sua vida? Sim, a penicilina. O nome do nobre? Lord Randolph Churchill. O nome do seu filho? Sir Winston Churchill.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Um pouco de história...um pouco de indignação...

Haverá por aí muita gente que não sabe que o "15 de Janeiro" é um dos dias mais importantes da história de Alcochete ... mas também não se exige a quem é de fora que saiba... O que me indigna e que tenho vindo a constatar é que as crianças e jovens que nasceram e vivem neste concelho não sabem o porquê deste feriado!
Será que não dão história na escola???
Fica aqui então um pequeno apontamento histórico:
"No séc. XIX, a deliberação de João Franco, publicada no Diário de Governo nº 50, de 4 de Março de 1895, constitui a primeira ameaça para a autonomia de Alcochete, comprometendo a sua reclassificação como concelho de 2ª ordem ou seja, daqueles que “dispõem os sufficientes recursos para custear (...) os encargos de concelho”.
Em Diário de Governo, nº 220, de 30 de Setembro de 1895, torna-se pública a decisão que se temia desde Março “são suprimidos: o concelho de Alcochete, cujas freguesias são anexadas ao de Aldeia Galega (Montijo)”.
Inicia-se a partir de Outubro de 1895 um período de dependência municipal relativamente a Aldeia galega. A situação de dependência administrativa gerou sentimentos de angústia e de insubmissão por parte das populações do extinto concelho, despertando simultaneamente uma consciência de identidade municipal, que foi lentamente ganhando raízes.
Em vésperas da publicação do decreto libertador, a agitação sentia-se no ar. A ansiedade provocada pela espera da boa nova augurava já a vontade de festejar a liberdade que se aproximava, e muitos eram aqueles que em suas casas guardavam os foguetes para quando o momento chegasse! A notícia chegou, já de noite, trazida de Lisboa por D. João Pereira Coutinho: o decreto que iria restaurar o concelho encontrava-se já na Imprensa Nacional. Pouco tempo depois rebentava o primeiro de muitos foguetes e a festa continuou pela noite dentro.
A 15 de Janeiro de 1898 é publicado, no Diário de Governo, o Decreto que restaura os 51 concelhos, entre os quais o concelho de Alcochete.Após a euforia, o trabalho, pois era necessário recuperar todas as prerrogativas municipais e restabelecer a vida do concelho.A 25 de Janeiro é efectuada a sessão de instalação da Comissão Municipal do Concelho. Na presença da autoridade administrativa do concelho – D. João Pacheco Pereira Coutinho e vogais nomeados para a Comissão, são eleitos o Presidente, D. António Luís Pereira Coutinho, o Vice-Presidente, José Luís da Cruz e os restantes vogais, Augusto Monteiro Forte, António Luís Nunes Júnior e João Baptista Lopes.
Como testemunho desta data foi fundada a Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898"

terça-feira, 21 de outubro de 2008

The princess and the pea



“Once upon a time there was a prince who wanted to marry a real princess. There were plenty of princesses, but it was hard to know whether they were real princesses. The prince went all over the world looking for a true princess. But there was always something the matter with them. So the prince had to return home without having found a real princess.”


“Then, one night there was a terrible storm. The lightning flashed, the thunder roared and the rain poured down. In the middle of the storm there was a knock at the door of the castle and the old king went to open it. There, standing outside, was a princess, but it was hard to tell. The rain ran down her hair, her dress was drenched and her gold shoes were completely sodden and muddy. She said that she was a real princess, looking for shelter from the rain and thunder.”


“«Well see about that, » thought the old queen. «We can easily find out whether she’s telling the truth. » She went into a bedroom and placed a small pea under the mattress of the bed. Then she laid seven thick mattresses on top, and there the princess should sleep for the night.”


“In the morning, the queen asked the princess how she had slept. «Oh, dreadfully. I hardly slept a wink all night, and now I am black and blue all over, » replied the princess. «I feel as if I’ve slept on a stone, it was awful! Goodness knows what was in the bed? »”


“Then everyone knew that she was a real princess because she had been able to feel the tiniest pea through seven thick mattresses. «Only a true princess could be so sensitive, » said the prince. So saying, he asked the princess to marry him, because he now knew that he had finally found a real princess.”

“The pea was gilded, and to this day it still shining on the tiny hand of the princess.”